Aldeia Sustentável faz manejo de abelhas para multiplicar colmeias
Publicado em: 14/12/2022
Projeto segue firme, com o intuito de garantir autonomia alimentar da TI Pimentel Barbosa
Dando continuidade ao trabalho de apicultura do projeto Aldeia Sustentável “A’uwe Uptabi”, foi realizado o manejo de abelhas do gênero Apis para a multiplicação de colmeias durante campanha ocorrida entre os dias 2 e 6 de dezembro. O objetivo é suprir e oferecer enxames que deverão servir as 29 caixas para as famílias da aldeia Belém na TI Pimentel Barbosa. Outra atividade é a meliponicultura é criação racional de abelhas sem ferrão, especialmente das tribos meliponini e trigonini. Neste projeto, representa uma alternativa para garantir autonomia alimentar na TI Pimentel Barbosa.
As colmeias levadas para a TI Pimentel Barbosa foram doadas pelo sr. Kerginaldo, apicultor da fazenda Cupim, no distrito de Mimoso (MT), situada na região do Pantanal mato-grossense.
Duas colmeias com capacidade de multiplicação para produção de abelhas rainhas foram transportadas por cerca de 800 km até a aldeia Belém onde foram instaladas e deverão ser multiplicadas para completar o campo de apicultura nesse local.
Duas colmeias com capacidade de multiplicação para produção de abelhas rainhas foram transportadas por cerca de 800 km até a aldeia Belém onde foram instaladas e deverão ser multiplicadas para completar o campo de apicultura nesse local.
Participaram deste trabalho os biólogos Juarez Bueno Pacheco (apicultor expert) e Itamar Camaragibe, acompanhados pelos indígenas agentes ambientais Osvaldo e Carlos Magno.
Anteriormente a isso, o projeto Aldeia Sustentável iniciou o trabalho para coleta de amostra de mel de abelhas brasileiras, nativas ou também chamadas de indígenas. Os pesquisadores do projeto realizaram a confecção e distribuição de armadilhas para captura e identificação das espécies.
Anteriormente a isso, o projeto Aldeia Sustentável iniciou o trabalho para coleta de amostra de mel de abelhas brasileiras, nativas ou também chamadas de indígenas. Os pesquisadores do projeto realizaram a confecção e distribuição de armadilhas para captura e identificação das espécies.
Ao todo, foram instaladas 20 armadilhas no ambiente de cerrado e 20 armadilhas no ambiente de mata ciliar, entre os dias 2 e 7 de outubro, com o objetivo de fazer o reconhecimento das plantas que as abelhas utilizaram para a sua produção, através de metodologias específicas por especialistas, e posteriormente depositados em coleção científica da UNEMAT.
Aline Coelho
Assessoria de Imprensa
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